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Falsa memória: falso reconhecimento, os pacientes com Alzheimer (com DA)

No falso reconhecimento pode ser visto que os sujeitos normais produzir reconhecimentos mais falso do que os pacientes com Alzheimer, mas quando dividimos a atenção, diminui o número de falsos reconhecimentos. Nos pacientes de Alzheimer, dividindo a atenção na fase de codificação, aumenta o número de falso reconhecimento, como se a divisão no caso de recuperação, não há efeito. Assim, podemos afirmar que em pacientes com processos de codificação de doença de Alzheimer estão mais envolvidos na produção de falsos reconhecimentos que a recuperação. Para controles normais, atenção dividida reduz o falso reconhecimento, principalmente porque adotar uma abordagem mais conservadora quando perguntado para reconhecer algo.
Em um estudo realizado em pacientes com Alzheimer (Foubert Freynet, Dalla Barba, no prelo) analisou como isso influenciou a codificação, recuperação e sistemas de memória na contagem de histórias. Para este fim, histórias diferentes foram propostos: três desconhecidos adaptado do subteste Memória Lógica, três histórias bem conhecidas (Os Três Porquinhos, Branca de Neve e Bela Adormecida) e três histórias bem conhecidas, mas alteradas (Chapeuzinho Vermelho, Cinderela eo Pequeno Polegar). As condições experimentais foram idênticos aos de trabalhos anteriores. Na primeira condição, os indivíduos tinham que codificam uma história de cada categoria (ou seja, um estranho, um conhecido e modificado) e, em seguida, pediu que o recall. Na segunda condição, escutou as histórias, mas a atenção foi dividida durante o processo de codificação com base em uma tarefa de tempo de reação. Na condição de terceiro, a atenção foi dividida durante o processo de recuperação.
Verifica-se que pacientes com DA produzido menos respostas corretas em histórias de vez conhecida, principalmente quando a atenção dividida na codificação de fase. Do ponto de vista das parcelas também mostra que o maior percentual de erro ocorre na mesma condição.

FONTE: Gianfranco Dalla Barba, Neuropsicologia ¨ ¨ memória falsa. Revista Argentina de Neuropsicologia 5, 2-14 (2005)

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